O estoque não bate
O saldo do ERP não representa o estoque físico. Resultado: venda de item sem disponibilidade, cancelamento, reclamação e reputação em risco no canal.
Consultoria operacional para sellers
ERP, processos, estoque, integrações, automações e indicadores trabalhando juntos — para que a sua operação suporte o próximo nível de faturamento, e não o contrário.
Cada quebra nesse fluxo vira estoque divergente, atraso de expedição ou retrabalho. É aqui que a Selleredge atua.
Operações multicanal
A maior parte das operações de marketplace não trava por falta de venda. Trava porque a estrutura que funcionava com 300 pedidos por mês não funciona mais com 3.000.
O saldo do ERP não representa o estoque físico. Resultado: venda de item sem disponibilidade, cancelamento, reclamação e reputação em risco no canal.
Informação crítica vive fora do sistema. Cada área tem a sua planilha, ninguém tem a mesma versão do número e a decisão depende de quem controla o arquivo.
A equipe passa o dia copiando dados, conferindo pedido por pedido e ajustando cadastro na mão. Volume aumenta, e a única saída visível é contratar mais gente.
O sistema é usado praticamente só para emitir nota. Estoque, compras, expedição e financeiro continuam sendo controlados fora dele.
Pedido que fica parado, etiqueta errada, separação divergente, envio fora do prazo. O erro custa duas vezes: no frete e no indicador do marketplace.
Não se sabe o prazo médio de processamento, o custo real por pedido ou a margem por canal. As decisões grandes são tomadas por percepção.
O ponto central
Quando o faturamento aumenta, esses problemas não desaparecem. Eles escalam junto — e passam a custar caro.
O trabalho não é opinar sobre a sua operação. É reorganizá-la: definir o fluxo, configurar o sistema para esse fluxo, integrar os canais, automatizar o que é repetitivo e deixar a gestão enxergando o que acontece.
O seller de R$ 50 mil não pode operar como o seller de R$ 500 mil. Cada nível de faturamento exige um nível de gestão diferente.
Você pode entrar pela frente mais urgente. Na prática, elas se conectam: processo define configuração de ERP, que define controle de estoque, que define indicador confiável.
Leitura completa da operação atual para identificar gargalos, riscos, desperdício e retrabalho — do primeiro clique do pedido até o financeiro.
Configuração do sistema de acordo com a operação real: cadastros, SKUs, variações, kits, depósitos, fluxos de pedido, emissão fiscal e usuários.
Para quem já tem o sistema, mas usa uma fração dele. Revisamos a configuração, corrigimos parametrização e destravamos o que estava sendo feito na mão.
Desenho e padronização do fluxo operacional: entrada de pedido, análise, separação, conferência, faturamento, etiqueta, expedição e pós-venda.
Estrutura de depósitos, reservas, estoque por canal, Full, kits, produtos sob encomenda, regras de movimentação e rotina de inventário.
Comunicação estruturada entre marketplace, ERP, estoque, fiscal, logística e financeiro — para que o dado entre uma vez e circule certo.
Identificação e automação do que é repetitivo e não precisa de decisão humana. Sempre depois que o processo estiver definido.
Organização das informações que o gestor precisa ver: prazo de processamento, atraso, cancelamento, custo por pedido, margem e desempenho por canal.
Capacitação de quem executa a operação todos os dias, para que o processo implantado continue funcionando depois do fim do projeto.
A sequência importa. Automatizar antes de padronizar multiplica o erro. Criar indicador antes de organizar o dado gera número bonito e falso.
Entendemos como a operação funciona hoje, de verdade: onde o pedido entra, por quantas mãos passa, o que é feito no sistema e o que é feito fora dele.
Desenhamos o fluxo atual e marcamos gargalos, retrabalho, pontos de falha, dependências de pessoas específicas e riscos que ainda não geraram prejuízo — mas vão.
Definimos a estrutura-alvo e a ordem de execução: o que resolve mais rápido, o que é pré-requisito para o resto e o que pode esperar. Escopo e prioridade acordados com você.
Padronizamos os processos operacionais e definimos responsáveis por cada etapa. É aqui que a operação deixa de mudar conforme quem está de plantão.
Configuramos o ERP, os depósitos, as integrações de canal e as regras de estoque conforme o processo definido. Sistema espelhando a operação, não o contrário.
Com o fluxo estável, eliminamos as tarefas repetitivas que ainda dependem de execução manual e reduzimos o esforço por pedido processado.
Estruturamos as informações de acompanhamento: o que a gestão precisa ver, com que frequência e a partir de qual fonte — sempre a mesma fonte.
Capacitamos a equipe no processo implantado e acompanhamos os resultados para identificar o próximo ponto de melhoria. Estrutura que não é mantida volta a se desorganizar.
O diagnóstico é o ponto de partida: você preenche o formulário, a gente analisa e conversa com você sobre o que encontrou.
Na maior parte das operações que analisamos, o ERP está ligado e funcionando — mas usado como emissor fiscal. Pedido, estoque, compra, expedição e financeiro seguem controlados em planilha, e a empresa paga por uma estrutura que não usa.
Um ERP bem configurado centraliza pedidos, estoque, produtos, compras, emissão fiscal, logística, financeiro, integrações e automações em um lugar só. O trabalho não é aprender o sistema — é configurá-lo de acordo com a sua operação real.
Por isso automação vem depois de estruturação. Quando o fluxo está definido, automatizar deixa de ser risco e vira ganho direto de capacidade: mais pedidos processados com a mesma equipe.
O objetivo não é reduzir equipe. É aumentar a capacidade da operação sem aumentar a equipe na mesma proporção.
Prazo de processamento
—
Entrada do pedido até faturamento
Pedidos em atraso
—
Fora do prazo do canal
Acuracidade de estoque
—
Físico × sistema
Custo por pedido
—
Operação + logística
Volume processado por semana
Layout de referência. Os indicadores e os valores são definidos a partir da realidade de cada operação.
Não fazemos anúncio, campanha ou gestão de conta. Nosso território é o que acontece depois e ao redor da venda — e é só nisso que somos profundos.
Falamos em SKU, kit, depósito, reserva, Full, prazo de handling e situação de pedido. A conversa começa no nível em que a sua operação já está.
Especialidade em Olist Tiny e domínio da lógica de configuração que faz o sistema refletir a operação, em vez de obrigar a operação a se adaptar ao sistema.
Processo documentado e equipe treinada fazem parte do escopo. Estrutura que só funciona com o consultor presente não é estrutura.
Consultoria operacional só vale se o número muda. Por isso cada projeto é documentado em quatro blocos — e o bloco de resultado só é publicado com indicador apurado e autorização do cliente.
01 Contexto
Porte da operação, canais de venda, volume de pedidos, quantidade de SKUs e como a empresa operava antes do projeto.
02 Problema
O gargalo principal e o que ele custava: estoque divergente, atraso de expedição, retrabalho, custo por pedido ou falta de informação para decidir.
03 Intervenção
O que foi estruturado: processos, configuração de ERP, integrações, regras de estoque, automações e indicadores implantados.
04 Resultado
Os indicadores medidos antes e depois, com o período de apuração. Sem número apurado, não vira case.
Sobre os cases publicados
Os primeiros cases da Selleredge estão em documentação e serão publicados aqui com contexto, intervenção e indicadores apurados. Preferimos publicar depois do que medir do que antes do que prometer.
Estruturamos a operação que existe por trás das vendas: processos, ERP, estoque, integrações entre canais, expedição, automações e indicadores. O objetivo é que a estrutura operacional acompanhe o crescimento do faturamento, em vez de virar o limite dele.
Não. Não fazemos anúncios, mídia paga, criação ou gestão de campanha. Somos uma consultoria operacional. Trabalhamos bem ao lado de quem cuida da parte comercial — mas essa não é a nossa frente.
Não assumimos a operação do dia a dia. Estruturamos o processo, configuramos o sistema e treinamos a sua equipe para conduzir a rotina com padrão definido e indicadores de acompanhamento.
Sim. Conduzimos a implantação considerando a operação real da empresa: cadastros e SKUs, variações, kits, depósitos, regras de estoque, integrações de canal, fluxos de pedido, emissão fiscal, usuários, automações e treinamento.
Sim, e esse é um dos cenários mais frequentes. Empresas que implantaram o sistema às pressas costumam usar uma fração da capacidade dele. Revisamos a configuração atual, apontamos o que está mal parametrizado ou subutilizado e reorganizamos o ERP conforme a operação.
Sim. A lógica do trabalho é operacional, não de uma ferramenta específica: processo, estoque, integração e indicador existem em qualquer sistema. Nossa maior profundidade é em Olist Tiny, e atuamos com outros ERPs do mercado.
Não. Temos proximidade e experiência com operações de móveis, decoração, casa, indústria e varejo — que trazem desafios de kit, produto sob encomenda, cubagem e frete. O método, porém, se aplica a sellers de qualquer categoria.
Sim, desde que exista operação para estruturar. Quem está no começo tem uma vantagem: monta a estrutura certa antes de acumular anos de improviso. O diagnóstico indica se faz sentido agora ou se o momento pede outra prioridade — e essa resposta a gente dá com franqueza.
Começa pelo formulário de diagnóstico, que reúne as informações estruturais da sua operação: canais, ERP, volume, SKUs, equipe, estoque e principais dificuldades. Analisamos essas informações antes da conversa, para que a reunião comece no assunto certo.
Depois conversamos com você sobre a operação e apresentamos o que encontramos: gargalos, riscos, prioridades e o caminho recomendado — com ou sem projeto conosco.
A maior parte do trabalho — diagnóstico, configuração de ERP, integrações, indicadores e treinamento — é conduzida remotamente. Etapas que envolvem o físico, como estruturação de depósito, inventário e fluxo de separação, podem exigir presença. Isso é definido caso a caso no planejamento do projeto.
Depende do escopo e da complexidade da operação: quantidade de canais, SKUs, depósitos, se há migração de ERP e qual o volume de pedidos. O prazo é estimado após o diagnóstico, junto com o escopo — não antes, porque prazo dado sem diagnóstico costuma não se cumprir.
Sim, e consideramos isso parte essencial da entrega. Quem executa a rotina precisa entender o processo implantado e saber operar o sistema. Sem isso, a estrutura se desfaz nas primeiras semanas.
Sim. É possível contratar frentes isoladas, como implantação de ERP, reorganização de estoque, estruturação de processos de expedição ou montagem de indicadores. O diagnóstico ajuda a definir se a frente escolhida resolve o problema ou se depende de algo anterior.
Sim — depois de estruturar o processo. Automação não corrige processo ruim: ela apenas o executa mais rápido e em maior escala. Primeiro definimos o fluxo, depois automatizamos o que não precisa depender de execução manual.
Um teste rápido: se o volume de pedidos dobrasse no mês que vem, o que quebraria primeiro? Se a resposta for clara e imediata — estoque, expedição, conferência, cadastro — esse é o ponto a estruturar. Se não houver resposta, provavelmente faltam indicadores para enxergar o limite.
O diagnóstico existe justamente para transformar essa percepção em um mapa objetivo.
Preencha o diagnóstico com as informações da sua operação. Analisamos antes de conversar — assim a primeira reunião já começa no problema real, e não na apresentação institucional.
O formulário leva cerca de 3 minutos. Suas informações são usadas apenas para a análise comercial.
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